Estivemos ontem no CCB a ouvir a moçambicana Graça Machel. Mulher lúcida que conhece o Mundo e sabe do que fala. Fala português mas é mais que lusófona. África é a sua vida. A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade, que preside, reflecte os seus ideais: Educação, Direitos das Crianças e o Desenvolvimento Comunitário.
Entre as várias mensagens que nos deixou, destacamos: a de que existe uma Nova África que mal se vê nas notícias; e a de que a Europa deve aproximar-se de África, como um todo ou em partes, mas não apenas na óptica da língua ou de espaços ex-coloniais. No fundo convidou-nos a 'alargar as vistas'.
Ah! Graça Machel também foi mulher de Samora Machel e é mulher de Nelson Mandela.
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Páises africanos lusófonos procuram o desenvolvimento no Brasil
Países africanos buscam novas opções de políticas sociais bem sucedidas
Representantes de seis países africanos, entre eles Angola e Moçambique, vão conhecer de perto, na próxima semana, a execução de programas sociais do Brasil, numa parceria que poderá ser alargada a outras nações do continente, segundo o ministro brasileiro do Desenvolvimento Social.
"Esta é uma cooperação muito importante que queremos consolidar e depois ampliar, porque temos com os países da África, especialmente com os de língua portuguesa, raízes culturais comuns e a presença africana no Brasil é muito forte", disse à Lusa o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias.
Os técnicos de Angola, Moçambique, Gana, Namíbia, Quênia e Tanzânia vão participar no Seminário de Protecção e Promoção Social em Países Africanos, que será aberto segunda-feira no Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.
O evento prossegue até o dia 27 e na quinta e sexta-feiras, a missão africana, acompanhada de técnicos do governo brasileiro, visitará programas sociais em Recife, no Nordeste do Brasil.
"Esta parceria atende à prioridade dada ao continente africano pela política externa do Presidente Lula da Silva, tanto pela dimensão histórica e cultural entre Brasil e África como também por ser um continente com vários indicadores sociais graves", salientou Patrus Ananias.
Na avaliação do ministro, no mundo globalizado é preciso também "globalizar valores".
"Há uma dimensão de compromisso internacional por razões humanitárias", acrescentou.
A cooperação entre Brasil e África na área de protecção e promoção social começou em 2005, numa acção integrada com o governo inglês.
O seminário em Brasília é uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o Departamento do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional (DFID) e o Centro Internacional de Pobreza do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (IPC/PNUD).
A meta dos africanos é a troca de experiências e a integração com o governo brasileiro para buscar novas opções de políticas sociais bem-sucedidas.
"Mas não se trata de uma parceria paternalista. Estamos cooperando, mas também aprendendo com os países africanos, que têm, igualmente, experiências interessantes", destacou o ministro Patrus Ananias.
Em Recife, a missão africana vai conhecer de perto projectos de apoio à agricultura familiar, cisternas, restaurantes populares, centro de referência de assistência social e o Bolsa-Família, programa de transferência de renda que hoje atende mais de 11 milhões de famílias.
Todas estas políticas sociais integradas em um sistema de protecção e promoção social beneficiam actualmente cerca de 60 milhões de pessoas em situação de pobreza no Brasil, de acordo com o ministro Ananias.
NOTÍCIAS LUSÓFONAS
Representantes de seis países africanos, entre eles Angola e Moçambique, vão conhecer de perto, na próxima semana, a execução de programas sociais do Brasil, numa parceria que poderá ser alargada a outras nações do continente, segundo o ministro brasileiro do Desenvolvimento Social.
"Esta é uma cooperação muito importante que queremos consolidar e depois ampliar, porque temos com os países da África, especialmente com os de língua portuguesa, raízes culturais comuns e a presença africana no Brasil é muito forte", disse à Lusa o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias.
Os técnicos de Angola, Moçambique, Gana, Namíbia, Quênia e Tanzânia vão participar no Seminário de Protecção e Promoção Social em Países Africanos, que será aberto segunda-feira no Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.
O evento prossegue até o dia 27 e na quinta e sexta-feiras, a missão africana, acompanhada de técnicos do governo brasileiro, visitará programas sociais em Recife, no Nordeste do Brasil.
"Esta parceria atende à prioridade dada ao continente africano pela política externa do Presidente Lula da Silva, tanto pela dimensão histórica e cultural entre Brasil e África como também por ser um continente com vários indicadores sociais graves", salientou Patrus Ananias.
Na avaliação do ministro, no mundo globalizado é preciso também "globalizar valores".
"Há uma dimensão de compromisso internacional por razões humanitárias", acrescentou.
A cooperação entre Brasil e África na área de protecção e promoção social começou em 2005, numa acção integrada com o governo inglês.
O seminário em Brasília é uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o Departamento do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional (DFID) e o Centro Internacional de Pobreza do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (IPC/PNUD).
A meta dos africanos é a troca de experiências e a integração com o governo brasileiro para buscar novas opções de políticas sociais bem-sucedidas.
"Mas não se trata de uma parceria paternalista. Estamos cooperando, mas também aprendendo com os países africanos, que têm, igualmente, experiências interessantes", destacou o ministro Patrus Ananias.
Em Recife, a missão africana vai conhecer de perto projectos de apoio à agricultura familiar, cisternas, restaurantes populares, centro de referência de assistência social e o Bolsa-Família, programa de transferência de renda que hoje atende mais de 11 milhões de famílias.
Todas estas políticas sociais integradas em um sistema de protecção e promoção social beneficiam actualmente cerca de 60 milhões de pessoas em situação de pobreza no Brasil, de acordo com o ministro Ananias.
NOTÍCIAS LUSÓFONAS
Do Brasil vem o bom exemplo
Se queremos ser líderes devemos apresentar melhoria de vida. O Brasil é e será líder da lusofonia.
Brasil quer reduzir a pobreza para um quarto até 2015
Brasília pretende reduzir a pobreza no país para um quarto até 2015, revelou hoje o ministro brasileiro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, na abertura de um seminário de cooperação entre o Brasil e África na área social.
No seminário participam cerca de trinta dirigentes e técnicos de seis países africanos, entre os quais Angola e Moçambique.
"O Brasil já conseguiu em 2005 atingir a meta do milénio de reduzir a pobreza para metade e agora pretendemos reduzi-la a um quarto até 2015", salientou Patrus Ananias.
As políticas sociais do Brasil integradas num sistema de protecção e promoção social beneficiam actualmente cerca de 60 milhões de pessoas em situação de pobreza.
"Reafirmamos o compromisso do governo brasileiro em cooperar com a erradicação da fome e da miséria no mundo", sublinhou o ministro brasileiro, que considera ter havido "avanços inéditos" na área social durante o governo do Presidente Lula da Silva.
A abertura do Seminário de Protecção e Promoção Social em Países Africanos contou com a participação da diretora de Assuntos Sociais da União Africana, Grace Kalimungogo.
O evento é uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o Departamento do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional (DFID) e o Centro Internacional de Pobreza do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (IPC/PNUD).
O seminário, que vai permitir a troca de experiências e a integração dos países africanos com o governo brasileiro na busca de novas opções de políticas sociais bem-sucedidas, prossegue até 27 de Agosto.
Quinta e sexta-feira, a missão africana (composta por representantes de Angola, Moçambique, Gana, Namíbia, Quênia e Tanzânia) visitará programas sociais no Recife, na Região Nordeste.
Entre os projectos a serem conhecidos pelos africanos destacam-se os de apoio à agricultura familiar, cisternas, restaurantes populares, centro de referência de assistência social e o Bolsa-Família, programa de transferência de renda que hoje atende a mais de 11 milhões de famílias.
"Esta cooperação com o Brasil é muito positiva. Temos em África uma população maioritariamente pobre e, se não houver mecanismos de protecção social bem elaborados e bem implementados, não conseguiremos sair da situação de pobreza", disse à agência Lusa o diretor de Cooperação do Ministério da Mulher e Acção Social de Moçambique.
Sansão Buque lembrou que, apenas no seu país, 50 por cento da população vive abaixo da linha de pobreza, nomeadamente no meio rural.
"O Brasil tem muitos programas bons, como o Bolsa-Família, que podem ser reaplicados em Moçambique. Vamos analisar as formas de desenvolvimento desta cooperação, sobretudo na parte de assistência técnica, que precisamos muito", assinalou o representante moçambicano.
Na avaliação da delegação moçambicana, um dos grandes problemas dos países africanos é a falta de mecanismos de coordenação e de mobilização de recursos.
De acordo com o director da Acção Social de Moçambique, apenas 0,7 por cento do orçamento do Estado moçambicano se destina ao atendimento de grupos vulneráveis, como mulheres, crianças, deficientes e idosos em situação de extrema pobreza.
A directora da Assistência e Promoção Social de Angola, Nilsa de Fátima Batalha, manifestou o seu entusiasmo com a possibilidade de cooperação com o Brasil.
"Este seminário é de suma importância para o nosso país e nós depositamos muita esperança e expectativa nesta cooperação. Julgamos que poderemos transportar algumas experiências do Brasil, que tem programas e boas práticas de promoção social e combate à pobreza", afirmou Nilsa à agência Lusa.
NOTÍCIAS LUSÓFONAS
Brasil quer reduzir a pobreza para um quarto até 2015
Brasília pretende reduzir a pobreza no país para um quarto até 2015, revelou hoje o ministro brasileiro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, na abertura de um seminário de cooperação entre o Brasil e África na área social.
No seminário participam cerca de trinta dirigentes e técnicos de seis países africanos, entre os quais Angola e Moçambique.
"O Brasil já conseguiu em 2005 atingir a meta do milénio de reduzir a pobreza para metade e agora pretendemos reduzi-la a um quarto até 2015", salientou Patrus Ananias.
As políticas sociais do Brasil integradas num sistema de protecção e promoção social beneficiam actualmente cerca de 60 milhões de pessoas em situação de pobreza.
"Reafirmamos o compromisso do governo brasileiro em cooperar com a erradicação da fome e da miséria no mundo", sublinhou o ministro brasileiro, que considera ter havido "avanços inéditos" na área social durante o governo do Presidente Lula da Silva.
A abertura do Seminário de Protecção e Promoção Social em Países Africanos contou com a participação da diretora de Assuntos Sociais da União Africana, Grace Kalimungogo.
O evento é uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o Departamento do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional (DFID) e o Centro Internacional de Pobreza do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (IPC/PNUD).
O seminário, que vai permitir a troca de experiências e a integração dos países africanos com o governo brasileiro na busca de novas opções de políticas sociais bem-sucedidas, prossegue até 27 de Agosto.
Quinta e sexta-feira, a missão africana (composta por representantes de Angola, Moçambique, Gana, Namíbia, Quênia e Tanzânia) visitará programas sociais no Recife, na Região Nordeste.
Entre os projectos a serem conhecidos pelos africanos destacam-se os de apoio à agricultura familiar, cisternas, restaurantes populares, centro de referência de assistência social e o Bolsa-Família, programa de transferência de renda que hoje atende a mais de 11 milhões de famílias.
"Esta cooperação com o Brasil é muito positiva. Temos em África uma população maioritariamente pobre e, se não houver mecanismos de protecção social bem elaborados e bem implementados, não conseguiremos sair da situação de pobreza", disse à agência Lusa o diretor de Cooperação do Ministério da Mulher e Acção Social de Moçambique.
Sansão Buque lembrou que, apenas no seu país, 50 por cento da população vive abaixo da linha de pobreza, nomeadamente no meio rural.
"O Brasil tem muitos programas bons, como o Bolsa-Família, que podem ser reaplicados em Moçambique. Vamos analisar as formas de desenvolvimento desta cooperação, sobretudo na parte de assistência técnica, que precisamos muito", assinalou o representante moçambicano.
Na avaliação da delegação moçambicana, um dos grandes problemas dos países africanos é a falta de mecanismos de coordenação e de mobilização de recursos.
De acordo com o director da Acção Social de Moçambique, apenas 0,7 por cento do orçamento do Estado moçambicano se destina ao atendimento de grupos vulneráveis, como mulheres, crianças, deficientes e idosos em situação de extrema pobreza.
A directora da Assistência e Promoção Social de Angola, Nilsa de Fátima Batalha, manifestou o seu entusiasmo com a possibilidade de cooperação com o Brasil.
"Este seminário é de suma importância para o nosso país e nós depositamos muita esperança e expectativa nesta cooperação. Julgamos que poderemos transportar algumas experiências do Brasil, que tem programas e boas práticas de promoção social e combate à pobreza", afirmou Nilsa à agência Lusa.
NOTÍCIAS LUSÓFONAS
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
domingo, 14 de setembro de 2008
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
A língua portuguesa na frente global
AGUALUSA NO PARLAMENTO EUROPEU
O escritor angolano José Eduardo Agualusa é o convidado de honra do eurodeputado José Ribeiro e Castro no debate que este organiza, na próxima semana, no Parlamento Europeu, em Bruxelas, sob o título "África, Brasil e a Língua Portuguesa". A sessão, marcada para a próxima quinta-feira, 11 de Setembro, pelas 10:00 horas, insere-se no contexto da Semana Africana que o Parlamento Europeu realiza entre 8 e 12 de Setembro, em Bruxelas e conta com o patrocínio do grupo PPE/DE.Recorda-se que Ribeiro e Castro contribuiu para introduzir no debate das instituições europeias sobre o multilinguismo o conceito de Línguas Europeias Globais, de que o português é a terceira em número de falantes a nível mundial, à frente do francês. Nesse mesmo contexto, o deputado democrata-cristão tem defendido persistentemente o conceito "o Português, língua da Europa", procurando salvaguardar e valorizar, no quadro da União Europeia, o estatuto da língua portuguesa enquanto língua de comunicação universal. Depois de um primeiro êxito pontual em 2003, importantes emendas acrescentadas, em 2006, por proposta do deputado democrata-cristão, ao relatório parlamentar sobre "a estratégia europeia no multilinguismo", abriram novas portas nessa direcção, decorrendo, nesta altura, um diálogo político com a Comissão Europeia, que procura alcançar o reconhecimento expresso da mais-valia específica das Línguas Europeias Globais, entre as quais o português.A sessão do próximo dia 11 de Setembro visa aprofundar esse conhecimento no quadro das instituições europeias, pondo em evidência as virtualidades próprias da Língua Portuguesa enquanto língua comum partilhada com o Brasil e vários países de África. Além de José Eduardo Agualusa, participam como oradores convidados Eddy Stols, professor catedrático da Universidade de Lovaina, e Harrie Lemmens, tradutor profissional. O professor Eddy Stols é um apaixonado da cultura luso-brasileira e um profundo conhecedor dos seus traços, enquanto Harrie Lemmens tem divulgado autores de língua portuguesa nos espaços flamengo e holandês.
4-9-2008, 16:45:09Expresso das Ilhas
O escritor angolano José Eduardo Agualusa é o convidado de honra do eurodeputado José Ribeiro e Castro no debate que este organiza, na próxima semana, no Parlamento Europeu, em Bruxelas, sob o título "África, Brasil e a Língua Portuguesa". A sessão, marcada para a próxima quinta-feira, 11 de Setembro, pelas 10:00 horas, insere-se no contexto da Semana Africana que o Parlamento Europeu realiza entre 8 e 12 de Setembro, em Bruxelas e conta com o patrocínio do grupo PPE/DE.Recorda-se que Ribeiro e Castro contribuiu para introduzir no debate das instituições europeias sobre o multilinguismo o conceito de Línguas Europeias Globais, de que o português é a terceira em número de falantes a nível mundial, à frente do francês. Nesse mesmo contexto, o deputado democrata-cristão tem defendido persistentemente o conceito "o Português, língua da Europa", procurando salvaguardar e valorizar, no quadro da União Europeia, o estatuto da língua portuguesa enquanto língua de comunicação universal. Depois de um primeiro êxito pontual em 2003, importantes emendas acrescentadas, em 2006, por proposta do deputado democrata-cristão, ao relatório parlamentar sobre "a estratégia europeia no multilinguismo", abriram novas portas nessa direcção, decorrendo, nesta altura, um diálogo político com a Comissão Europeia, que procura alcançar o reconhecimento expresso da mais-valia específica das Línguas Europeias Globais, entre as quais o português.A sessão do próximo dia 11 de Setembro visa aprofundar esse conhecimento no quadro das instituições europeias, pondo em evidência as virtualidades próprias da Língua Portuguesa enquanto língua comum partilhada com o Brasil e vários países de África. Além de José Eduardo Agualusa, participam como oradores convidados Eddy Stols, professor catedrático da Universidade de Lovaina, e Harrie Lemmens, tradutor profissional. O professor Eddy Stols é um apaixonado da cultura luso-brasileira e um profundo conhecedor dos seus traços, enquanto Harrie Lemmens tem divulgado autores de língua portuguesa nos espaços flamengo e holandês.
4-9-2008, 16:45:09Expresso das Ilhas
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
A Lusoesfera e os outros
Os ingleses já navegam muito bem no espaço da Lusoesfera:
http://www.mundolusiada.com.br/CPLP/cplp384_ago08.htm
http://www.mundolusiada.com.br/CPLP/cplp384_ago08.htm
domingo, 29 de junho de 2008
China, Portugal e África lusófona
China quer participação portuguesa na África Lusófona.
http://www.the-news.net/cgi-bin/google.pl?id=962-27
http://www.the-news.net/cgi-bin/google.pl?id=962-27
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